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Câmara de Faro alvo de buscas da PJ. Vice-presidente constituído arguido

O vice-presidente da autarquia e a ex-mulher foram constituídos arguidos e são suspeitos da prática de “crimes de participação económica em negócio, corrupção passiva e ativa, peculato, prevaricação e abuso de poderes”.

A Polícia Judiciária (PJ) fez buscas na manhã desta terça-feira na casa do vice-presidente da Câmara Municipal de Faro, Paulo Santos, “na autarquia de Faro, numa empresa Municipal da mesma cidade, bem como em escritório de advogado”. A notícia foi avançada pela TVI24.

As buscas já terminaram, garante a RTP3, e entretanto, em comunicado enviado às redações, a PJ, através da Diretoria do Sul e no âmbito de uma investigação em curso, tutelada pelo DIAP de Faro, informa que na operação Mercado Aberto estão em “causa estão os crimes de participação económica em negócio, corrupção passiva e ativa, peculato, prevaricação e abuso de poderes”.

Na sequência desta operação “foram constituídos quatro arguidos”, entre eles, sabe a RTP3, o ‘vice’ e a ex-mulher, “prosseguindo a investigação para determinação de todas as condutas criminosas, seu alcance e respetivos agentes”.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) especifica que “as buscas desenvolvem-se em vários locais, designadamente na AMBIFARO, Gestão de Equipamentos Municipais, E.M., na Câmara Municipal de Faro, no mercado municipal de Faro e em escritório de advogado”.

O inquérito, designado Mercado Aberto, está “em segredo de justiça”.