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Franklim Lobo: narcotraficante a contas com a justiça desde os anos 80

Preso em três países já foi condenado à pena máxima e depois ilibado.

É nos anos 80 que Franklim Lobo começa a dar os primeiros passos no crime. Seguir-se-ão mais de três décadas de um jogo de gato e de rato com detenções, condenações e fugas daquele que foi considerado o barão da droga português.

No início foi a usura, a usurpação de coisa alheia e a viciação de veículos. Mas em 1986 já viria a ser detido por um assalto à mão armada. Armada a metralhadora. Em 1991, foi condenado a 15 anos de prisão mas apenas cumpriria parte da pena. Ainda antes de entrar do alto tráfico, terá falsificado cartões de crédito e passado moeda contrafeita.

Em 1999, após ser detido por tráfico de droga, oferece ajuda às autoridades. Enquanto esperava por um suposto carregamento de duas toneladas de cocaína que ia “dar” à polícia, consegue escapar pela janela do hotel onde estava a ser guardado. A fuga foi batizada de “Pulo do Lobo”.

Em 2000, à revelia, é condenado à pena máxima – 25 anos de prisão – por tráfico de droga e associação criminosa. Quatro anos mais tarde viria a ser capturado em Fuengirola, no Sul de Espanha. Interpõe um “habeas corpus” e, graças a um erro processual, é libertado e é ordenada a repetição do julgamento.

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