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Investigação não descarta hipótese de crime na morte de paraquedista

A morte de “Speedy Gonzalez”, como era conhecido o 1º Sargento Gonçalves, 34 anos, que ocorreu durante o exercício Real Thaw 2019 (RT19) está a ser investigada pela Polícia Judiciária Militar (PJM), por três vetores: crime, avaria do equipamento ou doença súbita do operacional.

O corpo do paraquedista, natural de Lordelo, concelho de Paredes, foi autopsiado, de forma excecional, durante a manhã de sábado no Gabinete Médico Legal de Beja (GMLBeja), segundo apurou o JN.

A urna selada com os restos mortais do 1º Sargento Gonçalves saiu do GMLBeja às 17.50 horas de sábado, rumo ao Regimento Paraquedista (RP), sediado em Tancos, onde vai ser velado com honras militares, sendo cremado na amanhã de segunda-feira no Porto. O impacto no chão foi de tal forma violentíssima que o corpo do militar não podia ser vestido e muito menos ser visto pelos familiares, amigos e camaradas de armas.