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Pai obrigado a tomar “decisão impossível”: Escolher entre filho prematuro que luta pela vida ou a mulher em coma

O nascimento do filho é sempre um momento único na vida de uma mãe e um pai, no entanto, nem sempre esse é um momento de felicidade.

Mitch Cutting teve de tomar a decisão mais difícil da sua vida após o nascimento do seu filho prematuro. A sua mulher Nicole Grundy teve um parto dois meses e meio antes de tempo o que a deixou em perigo de vida.

Numa questão de horas, Mitch foi confrontado com a decisão da sua vida. Ou ficava ao lado da mulher que corria risco de vida após o parto, ou estaria ao lado do filho que, prematuro, lutava pela vida.

Nicole substimou a dores que tinha e enconrajou o marido e os pais a irem ao Alton Towers, um parque de diversões em Staffordshire, Inglaterra, antes de se deslocaram ao hospital indo esta sozinha para a unidade de saúde.

A mulher acabou por desmaiar momentos antes de chegar ao médico. Quando acordou, foi-lhe dito que tinha de se preparar para o parto.

Com os médicos incertos sobre o que estava mal, Nicole decidiu não preocupar a família.

A mãe foi diagnosticada com hiperémese gravídica, uma complicação da gravidez caracterizada por náuseas e vómitos de tal forma graves que provocam perda de peso e desidratação, no início da sua gestação.

Nicole acabou por ser submetida a uma cesariana de emergência. A mulher contraiu sépsis, uma condição potencialmente fatal, que estava a levar à falência dos orgãos desta.

Mitch acabou por ficar ao lado do seu filho recém-nascido, Louis, e Nicole esteve vários dias em coma.

Foi-lhe dito para que se preparasse para o pior, no entanto, Nicole acabou por recuperar e afirma: “Fico feliz por ele ter ficado com o Louis, era o que eu queria”.
Volvido um ano, mãe e filho encontram-se bem de saúde e o pai não podia estar mais feliz com o desfecho desta história.